A van e o primeiro contrato
Dois sócios recolocam em operação uma célula de solda abandonada numa autopeça no interior paulista. O boca a boca começa ali.
Começamos em 2015 consertando uma célula que ninguém queria assumir. Desde então, viramos a equipe que fábricas chamam quando a automação precisa mesmo funcionar no turno da madrugada.
A primeira Quelnorix cabia numa van. Dois engenheiros, uma caixa de ferramentas e um contrato para recolocar de pé um braço robótico que a integradora anterior tinha abandonado.
Aquela célula voltou a rodar em nove dias. O cliente indicou para um vizinho, o vizinho para outro, e a lógica nunca mudou: chegar perto do problema, entender o processo de quem opera e só então falar de tecnologia. Não temos vaga para quem prefere resolver tudo por e-mail.
Dois sócios recolocam em operação uma célula de solda abandonada numa autopeça no interior paulista. O boca a boca começa ali.
Montamos o ambiente para projetar células em ambiente virtual antes da compra de equipamento. Erro de layout deixa de ir para o chão de fábrica.
Primeira frota de veículos autônomos num centro de distribuição. A empresa deixa de ser só de braços e passa a pensar a planta inteira.
Passamos a monitorar remotamente as células sob contrato. Manutenção deixa de ser reação e vira previsão, com dados de cada equipamento.
Chegamos ao presente com dezenas de sistemas rodando turno após turno e uma agenda que continua girando por indicação de quem já é cliente.
Times pequenos, decisões próximas do chão. Cada frente tem um responsável que também coloca a mão no equipamento.
Engenheiro mecatrônico, um dos dois que começaram na van. Cuida da arquitetura das células e da relação técnica com os fabricantes de equipamento.
Responsável pela subida assistida e pela sustentação. É quem passa a madrugada ao lado da equipe do cliente até a célula bater a meta.
Lidera os sistemas de visão computacional e a integração de dados com ERP e MES. Escreve a documentação que a manutenção do cliente vai usar.
Constrói o gêmeo digital de cada célula. Se o robô vai colidir, ela descobre na tela semanas antes de qualquer parafuso ser apertado.
Cuida das frotas de AMR e AGV. Pensa a movimentação de um galpão inteiro como um sistema, não como robôs isolados.
Traduz cada projeto em cronograma e orçamento claros. É a pessoa que assegura que o que foi combinado é o que aparece na nota.
Preferimos entregar uma célula que a sua equipe entende inteira a entregar uma caixa-preta que só a gente sabe abrir.
Marque uma visita técnica à sua planta ou receba nossa equipe para uma conversa sem apresentação de vendas. Só engenharia e o seu processo.